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BRASIL, Sudeste, SANTO ANDRE, JARDIM STELLA, Mulher, de 15 a 19 anos, Portuguese, English
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Esperança




Uma coisa que nunca se cansa,


Algo que nunca morre,


Algo chamado esperança,


Algo que floresceu dentro de mim,


Algo que nasceu,


Algo que me fez assim.


Sigo forte e paciente,


Mas nunca desistirei,


Pois, enquanto tiver esperança,


Nunca morrerei.



Ananda Quintas

Histórico:

- 10/05/2009 a 16/05/2009
- 19/04/2009 a 25/04/2009
- 22/02/2009 a 28/02/2009
- 15/02/2009 a 21/02/2009
- 01/02/2009 a 07/02/2009
- 18/01/2009 a 24/01/2009
- 11/01/2009 a 17/01/2009
- 21/12/2008 a 27/12/2008
- 14/12/2008 a 20/12/2008
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Este site é dedicado à minha amiga e fantástica escritora Ananda Quintas. - E que esta amizade dure para sempre - Seu fã, Dado



Tudo fica bem

 

Tudo fica bem no final do dia

Quando chego em casa

E você está na cozinha

Fazendo uma das melhores coisas que faz.

 

Tudo fica bem no final do dia

Quando chego em casa

E você está assistindo televisão deitada naquele seu sofá preferido.

 

É tão bom chegar em casa e poder te dar um beijo,

Abraçá-la

E dizer que te amo.

 

É tão bom chegar

E ver você ali me esperando.

 

É tão triste ter que sair de casa para fazer algo

Que não seja te levar junto comigo

Para passarmos o dia juntas.

 

É tão triste ter que dizer tchau,

Mas eu sei que voltarei.

 

Sei que,

Quando eu voltar,

Você vai estar fazendo aquela comida deliciosa

Ou assistindo televisão.

 

Sei que você vai estar me esperando.

Sei que poderei beijá-la,

Abraçá-la

E dizer que te amo novamente.

(Dedicado à minha amada mãe.)



- Postado por: Ananda Quintas às 14h43
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Banho de estrelas

 

Brilho da estrela,

Estrela d’água.

Reflete no mar

E nos meus olhos.

Mora no céu

E no meu coração.

Quando a noite chega,

O seu brilho pode cegar.

Quando amanhece o dia,

Seu amor não pode faltar.

Amo eterno

Que carimbei no céu,

É o seu nome

Que leio todas as noites.

É o seu nome

Que quero ler todos os dias

Em que ainda puder

Ver o céu cheio de estrelas

E banhar-me no mar

Com seus reflexos.

 



- Postado por: Ananda Quintas às 13h49
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Projeto Grande Compositores Brasileiros – Quarto Capítulo(Marisa Monte)

 

 

Num palco, sobe com seus cachinhos escuros e seu sorriso irradiante.

Segura o microfone e começa o seu show. A talentosa Marisa Monte além de ter carisma, estudou canto, piano e bateria!

Quando sobe num palco, sabe o que fazer. Suas músicas mesclam do mais romântico ao mais desabafado. Descoberta por Nelson Motta em um bar na Itália, fez seu primeiro show no Rio de Janeiro em 1987.

Começou a ser conhecida até antes mesmo de lançar um disco! Um dos seus discos, o Mais, jogou-a na mídia internacional também.

Depois de ser conhecida em vários lugares, lançou algumas músicas com trechos em inglês que acabaram fazendo muito sucesso!

Uma bela combinação: Marisa Monte com sua voz suave, o gostoso ritmo da MPB e a língua inglesa mixada com o português.

Atualmente com dez discos lançados no total sendo vários platina e dois diamantes, essa cantora ainda tem muito sucesso pela frente!

Dá-lhe Marisa!

 

“Ainda lembro o que passou
eu você em qualquer lugar
dizendo "onde você for eu vou"
e quando eu perguntei
ouvi você dizer
que eu era tudo o que você sempre quis
mesmo triste eu estava feliz
e acabei acreditando em ilusões
eu nem pensava em ter
que esquecer você
agora vem você dizer
"amor, eu errei com você
e só assim pude entender
que o grande mal que eu fiz
foi a mim mesmo"

(Criado apenas por Ananda Quintas.)

 

 



- Postado por: Ananda Quintas às 13h47
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Música amarela

 

Suspirava profundamente

Ao som daquela música

Chorosa e amarela.

Abraçava com ternura

Sua mãe que tanto amara.

Não queria sair de lá,

Nunca mais.

Todos lamentando a partida

De sua esposa,

Irmã,

Prima,

Amiga.

Num banco estava escondida

Uma senhora na qual

Tão sorridente estava

Que iluminava o sombrio lugar.

Ninguém nunca a conheceu

E nunca mais foi vista novamente.

Estranharam-na.

Não disse donde conhecia a falecida.

Mas,

Quando perguntaram,

Colocou uma rosa amarela no caixão,

Sorriu,

Virou as costas

E saiu andando.

Andando sem rumo,

Observando o precioso

Trajeto da vida

Que tinha abandonado.



- Postado por: Ananda Quintas às 17h48
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Súplicas de uma fênix

 

 

Suplicava deplorosamente com os joelhos roxos de frio,

Chorava em altos e bons tons,

Gritava até não poder mais.

A escuridão havia consumido a sua única esperança,

A escuridão bebeu da última gota de lágrima que a jovem poderia oferecer.

Sentiu o frio gelando-a como um abraço imenso

E esse abraço consumia a última alegria que ainda tinha em sua mente.

Andou na estrada escura sem poder enxergar,

Tateou várias formas,

Cheirou dos mais estranhos aromas,

Sentiu o mais gélido frio possível.

Tropeçou.

Seu pé refletiu algo que não mais reconhecia,

Algo chamado luz.

Renasceu das mais belas inimagináveis chamas

E voou com liberdade.

No trajeto de seu vôo,

Espalhou lições de vida,

Aqueceu corações,

Libertou a inimiga vergonha

E brilhou como uma noite estrelada.



- Postado por: Ananda Quintas às 17h47
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NÃO MATEM AS POUCAS ESPERANÇAS

Colocam balas nas armas,
mas não colocam comida na boca dos famintos.
Matam sem dó,
mas não socorrem quem está precisando de ajuda.
Gastam milhões com luxo,
mas não gastam nem um centavo com doações.
Escutam barulhos de tiros,
mas não escutam o pedido de socorro.
São agradecidos,
mas não agradecem.
Escutem o mundo!
Vai ser melhor para todos nós.
Abaixem as armas,
levantem seus corações!
Se não escutam a voz do mundo,
pelo menos,
não matem as poucas pessoas que a escutam.
Nesse mundo ainda têm pessoas que querem o bem.
Com prazer, eu sou uma delas.



- Postado por: Ananda Quintas às 17h47
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As coisas mais importantes da vida

As coisas mais importantes da vida acontecem enquanto estamos piscando, suspiramos e ignoramos a voz do mundo.



- Postado por: Ananda Quintas às 17h46
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Por que lamentar o passado?

Não volte os ponteiros do relógio para consertar os seus erros do passado. Deixe o correr e corra com ele curtindo a viagem!



- Postado por: Ananda Quintas às 17h45
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Confusão Organizada

Pensar em amor me faz mal,
Não pensar também.
O avião voa mesmo não tendo ninguém.
Estar apaixonada faz mal para o meu coração,
Mas não estar é viver na solidão.
Brincar é ser infantil,
Não brincar é ser chato.
Um cachorro num canil
Que está preso junto com um gato.
Dançar é bom, me deixa animada.
Não dançar é chato,
É castigo ficar parada.



- Postado por: Ananda Quintas às 17h43
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Reconhecimento


É assim a vida...
Podemos levar o tempo que for para criar alguma coisa, mas ninguém valoriza.
Quando a terminamos, para nós o que criamos ficou lindo! Achamos isso porque valorizamos o trabalho e tempo gasto, reconhecendo o resultado final.
Então, mostramos para alguém. O que esse alguém fala? "Está errado aqui e ali, faltam algumas coisas e tem uma parte que está horrível."
O que podemos fazer? Bater na pessoa?
Não...
Abaixar a cabeça e chorar...
Como eu fiz.
A coragem está aqui dentro. Posso enfrentar a pessoa sim.
Mas...
Para quê dar soco em ponta de faca? Prefiro guardar a faca na gaveta e continuar seguindo em frente, embora ferida.



- Postado por: Ananda Quintas às 03h34
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Confusão Organizada

Pensar em amor me faz mal,
Não pensar também.
O avião voa mesmo não tendo ninguém.
Estar apaixonada faz mal para o meu coração,
Mas não estar é viver na solidão.
Brincar é ser infantil,
Não brincar é ser chato.
Um cachorro num canil
Que está preso junto com um gato.
Dançar é bom, me deixa animada.
Não dançar é chato,
É castigo ficar parada.



- Postado por: Ananda Quintas às 03h34
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Liberdade

Pensa com o cérebro que te domina,
Come com a boca que te alimenta,
Anda com a perna que te sustenta.
No momento em que a pessoa que fornece
Tudo na sua vida for você mesmo,
Parabéns.
Voce tem liberdade.



- Postado por: Ananda Quintas às 03h33
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A borboleta

Era uma vez uma garota diferente. Ela não era diferente, mas ela não achava que era igual.
Era muito sonhadora. Sempre pensava positivo em qualquer situação e sempre era o porto seguro dos amigos.
Tinha conselhos para qualquer tipo de problema, menos num dia em sua vida.
Naquele dia, acordou sentindo-se triste. Foi à escola normalmente e voltou. Na escola, as pessoas eram legais, mas, às vezes, machucavam os sentimentos dela.
Essa garota não demonstrava. Não queria entristecer as pessoas ao seu redor.
A tristeza que ela sentia, não desejava para ninguém.
Era cheia de sonhos, esperança, sorrisos, felicidade. Vivia sorrindo em qualquer situação.
Era um tanto atrapalhada, mas os problemas só a ajudavam. Ela solucionava todos e aprendia até não errar mais.
Naquele dia em que ela acordou triste, sentia que ia ser um dia especial.
Sentiu uma vontade imensa de gritar para todos dizendo que amava tudo. Enviou cartõezinhos para todas as pessoas que conhecia.
E em cada cartão tinha uma estrela e uma borboleta. Essa garota também comunicava-se por símbolos, apesar de não perceber.
Quando estava triste, desenhava uma estrela solitária. Quando estava feliz, desenhava várias estrelas.
Ela, com certeza, era especial. Muitas pessoas diziam que tinha uma beleza única, mas ela não acreditava.
Ela não gostava de sua aparência. Odiava tanto que o único espelho em seu quarto, vivia tampado com uma toalha.
Na visão de todos, ela tinha a vida perfeita. Escola boa, amigos, pais, dinheiro, saúde e liberdade.
Todos estavam errados.
Ela tinha uma excelente formação, mas, o que ela aprendeu, foi sozinha.
Os amigos eram todos falsos e interesseiros, pois ela era muito bem-sucedida.
Pais tinha, mas seu pai não importava-se com ela. Todas as vezes, a sua mãe era mãe e pai.
Dinheiro tinha, mas ela não era feliz.
Saúde tinha, mas não emocional.
Liberdade nem um pouco. Chegava em casa e trancava-se no quarto.
Passava várias madrugadas chorando baixinho e escrevendo coisas que esperava que alguém lesse, mas não queria mostrar.
Essa menina teria um grande futuro pela frente. Teria.
Não teve.
Não teve futuro. Ela viveu aquele dia ao extremo.
Disse a todos que amava e abraçou todos. No fundo, sentia que era o seu último abraço.
Demonstrava felicidade extrema! Era uma garota muito animada, porém não quando estava sozinha.
Ela tinha muita tristeza dentro do coração.
Coloria tanto a vida das pessoas que a sua vida acabou sem cores.
Ela dava tudo que tinha em seu coração.
Se alguma amiga estivesse triste, ela dava toda a alegria.
Era como uma transferência. A tristeza vinha para ela e a alegria pra a amiga.
O coração dela foi enchendo de mágoas, tristeza e raiva.
Chorava todas as noites procurando colocar os sentimentos para fora, mas não conseguia.
O coração dela não aguentou.
Ela partiu.
Partiu do jeito que queria. Partiu do jeito que sonhara todas as noites, voando com liberdade.
Ganhou asas e pode voar para onde queria.
Ela voou para onde ela seria realmente
O desenho acabou tornando realidade, a borboleta voou na direção da estrela.



- Postado por: Ananda Quintas às 20h42
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A jovem

Naquele dia, tinha acordado triste. Sentindo-se sozinha, decidiu chamar as amigas para sair. Todas estavam ocupadas.
Não acreditou que ninguém tivesse tempo para ela no dia do seu próprio aniversário. Todas as vezes que sentia-se desolada, ia ao parque para pensar e voltava tarde para casa.
Todos os seus amigos sabiam de seu refúgio, mas ela mesma não notara. Chegou lá no parque e encontrou uma mesa. Uma mesa vazia.
Sentou e olhou para o azul imenso do céu. Começou a ouvir uma música e sentiu um aglomerado de pessoas se aproximando.
Olhou ao seu redor e viu todos os seus amigos lá. No meio da multidão que cantava "Parabéns", saiu um bolo rosado que dizia "Amamos você".
Emocionada com a homenagem, lágrimas escorreram no seu rosto. Ela nunca estivera sozinha.



- Postado por: Ananda Quintas às 16h41
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Projeto Grandes Compositores Brasileiros - Segundo Capítulo(Adoniran Barbosa)
 

Olá, caros leitores. É a continuação de um grande projeto, desenvolvido pelos escritores Ananda Quintas e João Cyrino. Todos os textos serão escritos em conjunto, por ambos escritores. Toda semana haverá um novo texto tratando sobre um novo compositor. Temos treze compositores selecionados, mas ficaríamos felizes em atender pedidos! Nosso objetivo é homenagear compositores que fizeram a diferença em nossa música e em nossa pátria.
 

Adoniran. Ai, Adoniran.
Conhecido por vários nomes, uma figura que também marcou na nossa música brasileira.
Nascido nos anos 10, em Valinhos/SP e filho de italianos.
Acreditava muito na realidade. Tanto que nasceu pobre e morreu pobre, apesar de todo o sucesso.
O dinheiro que ele ganhava com a carreira musical, gastava ajudando as pessoas ou comemorando com os amigos o sucesso da vida.
Tinha vários amigos! Conhecido frequentador de botecos, compunha lá na companhia de pessoas alegres e bebendo de bem com a vida.
Conhecido também como o pai do samba paulista, o seu nome verdadeiro era João Rubinato.
Rubinato também era um tanto rebelde. Abandonou a escola cedo para trabalhar, pois a família era muito pobre.
No total de sete irmãos, deixou a escola também porque detestava estudar.
O seu primeiro trabalho foi como entregador de marmitas(às vezes era pego no flagra roubando bolinhos). Também trabalhou como pedreiro, garagista, mascate, encanador, garçom e metalúrgico.
Adoniran sentiu na pele o que é a miséria da vida e depois o sucesso.
Marcou muito não só na música, mas também em nossos corações.
Escreveu músicas que mostravam a vida típica de um paulistano que levanta cedo todo dia para pegar o ônibus e ir trabalhar.
Compôs a música clássica "Tiro Ao Álvaro", escrita com a gramática errada para dar um toque excêntrico, e mostrar o linguajar do pobre, do paulistano comum. Outras músicas memoráveis, como "Saudosa Maloca" e "Trem das Onze", interpretadas pelos Demômios da Garoa, demonstram muito bem seus sentimentos, os verdadeiros pensamentos de pessoas como ele, pessoas simples. Adoniran foi genial, foi o sambista original que soube encontrar a verdadeira felicidade em sua música e essa é a essência do Samba Canção: Cantar sempre por amor.

 

Escrito por Ananda Quintas & João Cyrino.



- Postado por: Ananda Quintas às 03h35
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